Bruno, impecavelmente vestido e com uma taça de champanhe na mão, socializava com os convidados com uma postura relaxada e distinta. Seu olhar, no entanto, se voltava de tempos em tempos para a porta do salão de festas, na esperança de ver, por acaso, a figura de Helena.
Mas a noite já passava da metade e ela ainda não havia aparecido.
— Bruno, está olhando o quê? — Uma voz familiar soou ao seu lado.
Bruno virou o rosto e viu que era o CEO do Grupo Braga. Ele sorriu educadamente, cumprimentando: