— Quem não faz nada de errado, não teme os fantasmas. — A voz do jovem estava fria e impessoal, enquanto escondia a faca na manga. Se não fosse por ela ter caído e, por reflexo, ele ter a segurado, aquele golpe já teria atingido seu coração.
Enquanto o jovem se aproximava lentamente, Vanessa, alheia ao perigo que se aproximava, segurava o peito e explicava:
— Embora eu não tenha feito nada de errado, o medo de fantasmas é algo natural, não é? — Ela de repente fixou o olhar no rosto do jovem. — V