A casa de Enrique era uma pequena mansão na Vila Madalena.
Na frente havia um jardim rodeando uma piscina em forma de pingo d’água. Predominava vidro e a cor bege nas paredes externas.
Ele abriu o portão com o controle e entramos pelo caminho de pedras que levava à garagem.
A casa era linda, mas eu só conseguia pensar em seu corpo, nos seus beijos, na sensação dos movimentos dele dentro de mim. Estava tão excitada que quando ele esbarrou o braço em meu ombro, ao tirar o cinto, estremeci.
Foi o