GABRIEL MONTENEGRO
Seis anos. Um tempo que, no balanço de uma vida, deveria significar pouco, mas que, na minha realidade, se tornou uma era de gelo. O homem que subiu naquele avião para a Ásia, anos atrás, era um estrategista arrogante que acreditava que o mundo era um tabuleiro onde ele movia as peças conforme o seu desejo. O Gabriel que voltou... esse homem é uma sombra alimentada por um vazio que nenhuma fortuna no mundo conseguiu preencher.
A Montenegro S.A. não era mais o império intocáv