“Faz anos que não nos vemos e, mesmo assim, você continua em cada um dos meus pensamentos. É engraçado como são as coisas. Hoje, aos 21 anos, finalmente recebi uma carta. Gostaria que fosse sua, qualquer coisa que não remetesse à partida de Loren. Você não faz ideia de como estou triste. Mal consegui me despedir dela. Mas o que veio junto é ainda mais assustador, senhor cafajeste. Seus filhos. Uma duplinha linda que, devido às mágoas passadas, não pude participar da vida deles. Eu ainda não acr