Ivana no hospital.
Letícia e Eduarda já estavam organizando as bolsas e chamando as crianças quando a porta do quarto se abriu novamente.
Ivana entrou com o mesmo perfume marcante de sempre.
E acompanhada.
— Boa noite, meninas! — disse, num tom animado demais para o ambiente. — Nossa, que susto que o Pedro deu na gente, né?
O “na
gente” saiu natural.
Íntimo.
Quase possessivo.
Letícia sentiu o incômodo subir como um arrepio. Mas o rosto permaneceu neutro. Controlado. Elegante.
— Boa noite, Ivana — respondeu, educ