SÃO PAULO
Pedro olhou para o celular, incrédulo. Caixa postal. Ela não ia voltar. Quatro dias. Quatro dias num fuso horário diferente, a milhares de quilómetros de distância, magoada e com acesso total a homens poderosos que adorariam "consolar" a CSO da Montenegro Corp.
Ele levantou-se e atirou o celular para o sofá do escritório. O som abafado do impacto não aliviou a tensão no seu peito. Ele tinha conseguido os códigos. Tinha destruído Lúcia financeiramente. A vitória era total. Mas o escr