A promessa dela – "E ainda nem comecei" – pairava no ar, um eco sedutor e perigoso. A mão dela, quente e confiante, ainda repousava sobre ele, um lembrete constante de quem detinha o poder. Pedro olhava para ela, para a mulher que o desarmara completamente, e o que sentia não era derrota. Era uma forma de libertação. A batalha constante para manter o controle, para reprimir o que sentia, tinha-o deixado exausto. E ali, no colo dela, sentindo o seu corpo tremer de uma antecipação que ele mesmo p