44. TARSO
Como Yan levou o meu carro, procurei um táxi, igual a um louco, para ir buscar o meu carro novamente com ele, para ir atrás da Emília. Estava ansioso e com pressa. Ainda bem que a minha entrada ainda é liberada no seu apartamento. Ao chegar ao prédio, deixei a minha mala com o porteiro e subi rapidamente. Diante da sua porta, aperto, incessantemente, a campainha. Demorou um pouco, e Emília abriu. O seu olhar era de surpresa. Ela não me esperava. Eu só quis abraçá-la e falar que a amo.
Emília me