— Não.
— Dante!
— Raffaella, leve Sofia para o carro.
Sofia virou-se para a segurança.
— Não.
Raffaella segurou o braço dela.
— Desculpe.
— Não!
No terceiro andar, Dante caminhou lentamente até Paolo.
— Olhe para mim — Dante disse a ele.
Paolo tremia.
— Não.
— Olhe para mim.
A voz de Dante era fria, mas não cruel.
Sofia parou de lutar por um segundo.
Dante continuou:
— Enzo te usou. Mas ainda pode escolher como termina.
— Eu não tenho escolha.
— Tem.
Sofia sentiu a frase ecoar.
Dante estava usa