— Prometo.
Sofia entrou.
A porta ficou destrancada.
Mas isso não a fez se sentir livre.
Ficou sozinha por talvez vinte minutos. Talvez uma hora. Não sabia. Sentou-se na beirada da cama e tentou não chorar. Falhou.
Chorou de raiva.
De vergonha.
De luto renovado.
Chorou por Antonio, porque agora até o amor dele estava sob suspeita. Chorou por Clara, por Elena, por Teresa. Chorou por si mesma, por ter acreditado que a noite anterior poderia ser só dela e de Dante, quando o mundo inteiro parecia de