Dante olhou para a caixa como se ela fosse mais perigosa que qualquer arma.
Depois abriu.
Dentro havia duas coisas.
Um pequeno dispositivo prateado, semelhante a uma chave eletrônica antiga.
E uma fita de cetim azul, envelhecida pelo tempo.
Dante pegou a fita.
A mão dele tremeu.
Quase nada.
Mas Sofia viu.
— Era dela? — perguntou.
Ele fechou os dedos ao redor do tecido.
— Minha mãe usava no cabelo.
A voz dele saiu baixa, áspera.
Sofia sentiu uma dor inesperada por ele.
Não pena.
Algo mais íntimo