Ainda naquela madrugada, o apartamento de Isabelly permanecia mergulhado em um silêncio sufocante. O painel investigativo, que durante anos fora o centro de sua vida, agora estava destruído. Fotografias rasgadas cobriam o chão. Mapas amassados espalhavam-se pelo cômodo. Fios vermelhos, que antes ligavam nomes, datas e vítimas, pendiam soltos da parede como se representassem o caos em que sua própria vida havia se transformado.
A cadeira estava caída. A mesa permanecia repleta de documentos. O r