O aroma suave de café recém-passado preenchia os cômodos da casa, aquecendo as paredes como um abraço morno de outono. Pela primeira vez em muito tempo, o lar temporário de Sophia parecia irradiar uma paz serena, quase palpável. O ar estava limpo, e o silêncio era o de quem guarda segredos doces.
Sophia despertou com um sorriso preguiçoso nos lábios, o corpo ainda envolto no calor da noite anterior. A mão repousava sobre a barriga que crescia, e por um segundo, ela fechou os olhos e suspirou.
E