A pergunta dele ainda pairava no ar, mas a resposta já explodia dentro de mim como fogos de artifício.
Tentei conter as lágrimas, em vão. Elas caíram, como reflexo da alma que transbordava amor. Um amor tão intenso que doía.
Porque amar Leonardo era também sentir medo — medo de perdê-lo, medo de um dia acordar e ele não estar mais aqui.
Eu sabia, com todas as partes do meu corpo e do meu coração, que a única coisa capaz de tirá-lo de mim seria a morte. E mesmo ela teria que lutar.
— Eu aceit