Mundo de ficçãoIniciar sessãoEle me olhou com uma mistura de surpresa e tensão, saiu de dentro de mim e me soltou, olhou pro membro dele que estava com sangue e em seguida olhou pra mim.
Pietro: Você era virgem garota? Ele fez parecer que aquilo era o fim do mundo. — Sim, qual o problema nisso? Pietro: Você deveria ter me falado. Eu não trepo com virgens, e não gosto de me sentir culpado por tirar a virgindade de alguém que claramente estava esperando o cara ideal. Que merda. — Bom, agora já era. Termina agora o que você começou. Eu estava sentindo a minha buceta arder, mas o fogo e o desejo continuavam em mim, era como se eu tivesse necessidade de experimentar o prazer com um homem pela primeira vez. Pietro: Não! Perdi a vontade. A sua primeira vez precisa ser com alguém especial. Ele tirou o preservativo sujo de sangue, e isso fez uma raiva absurda tomar conta de mim. — Você disse que iria me fazer gemer igual uma cadela no cio. Pietro: Isso antes de saber que você era virgem. — Mas agora não sou mais. Pietro: Escuta uma coisa, eu posso viver nessa vida aqui do crime, mais odeio me aproveitar de garotas inocentes. — Eu não sou inocente. Falei entre os dentes, sentindo o meu sangue ferver de ódio. Foi então que o portão grande começou a abrir, e outra Van estava entrando no galpão. Pietro: Que droga, abaixa essa saia e vaza daqui, anda. Eu baixei a saia e me agachei pra pegar a minha calcinha, quando uma voz grossa ecoou pelo galpão. “Quem é essa Pietro”? Eu levantei a visão e vi um cara alto, moreno, com uma fuzil, acompanhado de mais três homens, que também estavam armados. Senti o meu coração perder as batidas no peito. Pietro: Não é ninguém, ela já estava indo embora, Zuca. Zuca: Apresenta ela pra gente. Vamos adorar conhecê-la, não é rapazes? Eu olhei pro Pietro, que estava com o maxilar rígido, mas ele não me olhou de volta. Zuca: Vem aqui gata. Eu fiquei parada igual um poste, mas o Pietro pegou pelo meu pulso e me puxou até eles, e eu caminhei sentindo a morte me alcançar. O cara era tão bonito quanto o Pietro, mas o sorriso dele era diabólico, o que fez eu ter ainda mais medo. Zuca: Como você se chama gata? — Jessy, falei sentindo a minha garganta seca. Zuca: Você não vai dizer pra ninguém o que você viu aqui, vai? — Não, é claro que não. Zuca: Tudo bem, eu acredito em você. Pietro: Ela pode ir embora agora? Zuca: Não, ainda não, antes eu quero ver o que ela tem na mão. Eu estava tão nervosa, que nem me toquei que eu estava segurando a minha calcinha minúscula com tanta força, que os meus dedos estavam perdendo a cor. Zuca: Abra a mão, Jessy. Eu estiquei a mão e abri, e todos os caras começaram a rir, menos o Pietro. Zuca: Então você está sem calcinha? Que maravilha. Pietro: Já chega cara, deixa ela ir. Zuca: Cala a porra da boca Pietro. A tensão ficou ainda mais pesada, e as mãos do Pietro estavam fechadas, e claramente ele estava se segurando pra não explodir. Zuca: Levanta a saia, Jessy. Pietro: É o quê? Você está maluco cara? A garota estava comigo, deixa ela ir. Zuca: Não! Ela só vai sair daqui quando eu quiser. Levanta a saia, Jessy. Eu levantei a saia lentamente, com todos aqueles caras olhando pra mim, mas em vez de eu sentir vergonha, algo estranho estava acontecendo, eu estava ficando excitada. A minha buceta ficou totalmente exposta, e nitidamente aqueles caras estava me desejando, passando a língua nos lábios, enquanto me devoravam com os olhos. Zuca: Que bucetinha linda, mas você está menstruada? Eu apenas balancei a cabeça afirmando que sim, pois eu não queria dizer pra ninguém que a poucos minutos atrás eu ainda era virgem.






