CAPÍTULO 3

Ele me olhou com uma mistura de surpresa e tensão, saiu de dentro de mim e me soltou, olhou pro membro dele que estava com sangue e em seguida olhou pra mim.

Pietro: Você era virgem garota?

Ele fez parecer que aquilo era o fim do mundo.

— Sim, qual o problema nisso?

Pietro: Você deveria ter me falado. Eu não trepo com virgens, e não gosto de me sentir culpado por tirar a virgindade de alguém que claramente estava esperando o cara ideal. Que merda.

— Bom, agora já era. Termina agora o que você começou.

Eu estava sentindo a minha buceta arder, mas o fogo e o desejo continuavam em mim, era como se eu tivesse necessidade de experimentar o prazer com um homem pela primeira vez.

Pietro: Não! Perdi a vontade. A sua primeira vez precisa ser com alguém especial.

Ele tirou o preservativo sujo de sangue, e isso fez uma raiva absurda tomar conta de mim.

— Você disse que iria me fazer gemer igual uma cadela no cio.

Pietro: Isso antes de saber que você era virgem.

— Mas agora não sou mais.

Pietro: Escuta uma coisa, eu posso viver nessa vida aqui do crime, mais odeio me aproveitar de garotas inocentes.

— Eu não sou inocente.

Falei entre os dentes, sentindo o meu sangue ferver de ódio.

Foi então que o portão grande começou a abrir, e outra Van estava entrando no galpão.

Pietro: Que droga, abaixa essa saia e vaza daqui, anda.

Eu baixei a saia e me agachei pra pegar a minha calcinha, quando uma voz grossa ecoou pelo galpão.

“Quem é essa Pietro”?

Eu levantei a visão e vi um cara alto, moreno, com uma fuzil, acompanhado de mais três homens, que também estavam armados.

Senti o meu coração perder as batidas no peito.

Pietro: Não é ninguém, ela já estava indo embora, Zuca.

Zuca: Apresenta ela pra gente. Vamos adorar conhecê-la, não é rapazes?

Eu olhei pro Pietro, que estava com o maxilar rígido, mas ele não me olhou de volta.

Zuca: Vem aqui gata.

Eu fiquei parada igual um poste, mas o Pietro pegou pelo meu pulso e me puxou até eles, e eu caminhei sentindo a morte me alcançar.

O cara era tão bonito quanto o Pietro, mas o sorriso dele era diabólico, o que fez eu ter ainda mais medo.

Zuca: Como você se chama gata?

— Jessy, falei sentindo a minha garganta seca.

Zuca: Você não vai dizer pra ninguém o que você viu aqui, vai?

— Não, é claro que não.

Zuca: Tudo bem, eu acredito em você.

Pietro: Ela pode ir embora agora?

Zuca: Não, ainda não, antes eu quero ver o que ela tem na mão.

Eu estava tão nervosa, que nem me toquei que eu estava segurando a minha calcinha minúscula com tanta força, que os meus dedos estavam perdendo a cor.

Zuca: Abra a mão, Jessy.

Eu estiquei a mão e abri, e todos os caras começaram a rir, menos o Pietro.

Zuca: Então você está sem calcinha? Que maravilha.

Pietro: Já chega cara, deixa ela ir.

Zuca: Cala a porra da boca Pietro.

A tensão ficou ainda mais pesada, e as mãos do Pietro estavam fechadas, e claramente ele estava se segurando pra não explodir.

Zuca: Levanta a saia, Jessy.

Pietro: É o quê? Você está maluco cara? A garota estava comigo, deixa ela ir.

Zuca: Não! Ela só vai sair daqui quando eu quiser. Levanta a saia, Jessy.

Eu levantei a saia lentamente, com todos aqueles caras olhando pra mim, mas em vez de eu sentir vergonha, algo estranho estava acontecendo, eu estava ficando excitada.

A minha buceta ficou totalmente exposta, e nitidamente aqueles caras estava me desejando, passando a língua nos lábios, enquanto me devoravam com os olhos.

Zuca: Que bucetinha linda, mas você está menstruada?

Eu apenas balancei a cabeça afirmando que sim, pois eu não queria dizer pra ninguém que a poucos minutos atrás eu ainda era virgem.

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