Mundo de ficçãoIniciar sessãoEu bati na porta e ele abriu.
Marcelo: Jessy, eu não quero ter problemas com os seus pais, e você...bem, você é nova demais. Preciso que saia daqui. — Relaxa, eles pediram pra você ir no mercado comigo. E eu realmente vou precisar de ajuda. Vamos? Ele respirou fundo, e eu tenho certeza que no fundo ele sabia o que eu iria aprontar. Ele era um homem aparentemente experiente, não dava para ele dizer que ter uma garota toda durinha e mais jovem não o atraía. Qualquer homem iria querer ser atacada por alguém como eu. Ele balançou a cabeça e concordou, me acompanhando logo em seguida. Durante o trajeto até o mercado, fomos em silêncio, porém dava pra notar o quanto ele estava tenso, eu via perfeitamente o maxilar dele rígido. Quando chegamos no estacionamento, ele tentou descer do carro, mas eu travei as portas, o que fez com que ele olhasse rapidamente pra mim. Eu voltei a tirar meu short e minha calcinha, que já estava encharcada, subi em cima dele, e apertei a alavanca pra que o banco dele inclinasse pra trás. Marcelo: Jessy, você não tem namorado pra apagar esse seu fogo não garota? — O meu fogo é eterno. O pau dele já estava duro novamente, e ele estava de bermuda, o que facilitou muito a minha vida na hora de retirar o pau dele de dentro da roupa. Assim que tirei o pau dele de dentro da bermuda, fui logo sentando, e ele fechou os olhos, quando a minha buceta saiu deslizando, de tão molhada que ela estava. Ele voltou a abrir os olhos, segurou o meu quadril, enquanto eu cavalgava. Depois disso ele se entregou ao momento totalmente, tirou minha blusa, abriu o meu sutiã e devorou os meus peitos. Marcelo: Que delícia. Ele começou a morder os bicos dos meus peitos, e isso fez eu gritar de prazer. — Morde mais forte... Ele mordeu mais forte e eu gozei intensamente, e logo em seguida ele me tirou de cima dele, destravou a porta e abriu um pouco pra despejar a porra dele pra fora do carro. A nossa sorte era que o estacionamento estava praticamente vazio. Eu catei meu sutiã no assoalho do carro, me vesti e desci do carro como se nada tivesse acontecido. — Vamos, temos uma lista de coisas pra comprar e o nosso tempo está curto agora. Ele riu e me acompanhou. Ele não era de muita conversa, afinal nós havíamos nos conhecido a umas duas horas e ele deveria estar me achando uma depravada. Depois de comprarmos tudo, voltamos pra casa em silêncio, e embora eu quisesse usufruir mais um pouco do pau dele, meus pais iriam estranhar a demora, e foi exatamente como eu pensei. Mãe: Nossa, vocês demoraram, o almoço vai sair tarde hoje. — Desculpe mãe, a fila do caixa estava grande. Enquanto eu me explicava pra minha mãe, uma garotinha de uns 5 anos passou correndo pela sala e se agarrou no Marcelo. "Papaaaai"... — Papai? essa garota é sua filha? Antes que ele me respondesse, uma mulher linda, de cabelos pretos e sorriso angelical apareceu também na sala e respondeu dizendo que sim. Ela caminhou até ele e o beijou. Mãe: Jessy, essa é a Thais, esposa do Marcelo e essa é a filhinha deles, a Letícia. Eu encarei o Marcelo, e ele imediatamente desviou o olhar, eu sabia exatamente o que ele estava pensando e sentindo naquele momento: Culpa. Aquilo deveria ser o suficiente pra eu me afastar dele e me trancar no quarto pelos próximos quinze dias, mas não foi isso que eu fiz. Na verdade, o diabo já havia entrado no meu corpo no momento em que ousei desobedecer minha mãe. Então, eu abri um imenso sorriso, pensando na quantidade de coisas que eu faria com ele, perto da mulher dele.






