Mundo de ficçãoIniciar sessãoEle olhou pra mim, e disfarçadamente pras minhas pernas também, foi uma questão de segundos, mas eu percebi.
Pai: Jessy, esse é o Marcelo, ele é filho de um primo meu, o que faz dele seu primo também. Ele irá passar uns quinze dias com a gente, até o apartamento que ele alugou ficar pronto. Eu encarei aquele homem com desejo, e ele percebeu a minha intenção. Ele levantou, caminhou até mim, e me deu um beijo no rosto. Marcelo: Muito prazer Jessy. — Eu não sabia que eu tinha um primo tão velho. Meu pai começou a rir sem parar, e minha mãe o acompanhou, enquanto o Marcelo ficou sem graça e tentou demonstrar que não se sentiu ofendido. Com certeza eu havia acabado de confundir a mente dele, o olhando com desejo e logo em seguida o chamando de velho. — Vamos tomar café da manhã? Eu estou morrendo de fome. Meus pais concordaram e foram em direção a cozinha, enquanto eu e o Marcelo fomos atrás deles, trocando olhares sedutores. Eu não entendia como eu, uma garota de 18 anos que havia perdido a virgindade a menos de 24 horas, estava agindo de uma maneira tão vulgar. Eu quase não consegui prestar atenção na conversa que estava rolando entre meus pais e ele, tudo o que eu conseguia pensar, era em uma forma de fazer ele me comer, e me fazer gemer igual uma cadela no cio, igual o Pietro disse que faria e não conseguiu cumprir. Marcelo: Bom, onde devo guardar as minhas coisas? Mãe: Jessy, o leve até o quarto de hóspedes, por favor. Parecia uma completa loucura, mas era a oportunidade perfeita pra eu agir. — É claro! Me acompanhe. Eu fui caminhando até os fundos da casa, onde ficavam dois quartos de hóspedes, escolhi o último, e abri a porta. — Entre. Ele entrou, colocou as malas perto do closet, e eu tranquei a porta, como se não existisse mais nenhum pingo de juízo em mim. Rapidamente eu tirei o short e a calcinha, e quando ele olhou pra trás, e me viu nessas condições, arregalou os olhos e ficou imóvel. Eu avancei em direção a ele, o peguei pela gola da camisa e o fiz sentar na cama e rapidamente subi em cima dele como uma completa desesperada. Marcelo: O que você pensa que está fazendo Jessy? Quer que o seu pai me mate? Eu abri o zíper da calça dele, e o pau dele já estava completamente duro e vê-lo assim fez eu sentir ainda mais desejo. Marcelo: Não, nós não vamos fazer isso, você só pode estar maluca. Ele falou se levantando comigo e tentando me colocar no chão, mas eu envolvi a cintura dele com as minhas pernas, e os nossos olhares se cruzaram, o fazendo perder todo o foco do que ele iria fazer. — Quero que você me coma, agora. A respiração dele ficou pesada, e eu passei a língua no pescoço dele, o fazendo dar um pequeno gemido. Marcelo: Ooow, droga. Ele voltou a sentar na cama, e quando eu estava indo colocar o pau dele na minha buceta, minha mãe me chamou no corredor. Mãe: Jessy? Está tudo bem por aí? Em questão de segundos o Marcelo me tirou de cima dele. Marcelo: Veste a roupa agora. Eu ri debochadamente, e me vesti enquanto ele foi pro banheiro com o pau duro feito pedra. Eu destranquei a porta e saí. — Eu estava conversando com o velho do Marcelo sobre o trabalho dele. Você está precisando de mim? Mãe: Sim, você pode ir ao mercado comprar alguns itens para o almoço? — Claro. Pai: Chame o Marcelo pra ir junto com você Jessy, você vai precisar de ajuda pra levar as sacolas até o carro. — Não precisa pai, tem o carrinho de compras. Pai: Não seja antissocial Jessy, seja gentil com o seu primo. — Tudo bem, eu vou chamar aquele idoso. Eu precisava disfarçar e passar a impressão de que o Marcelo não me atraía, mas ir pro mercado com ele era exatamente o que eu precisava pra continuar o que eu havia começado.






