CAPÍTULO 6

Ele olhou pra mim, e disfarçadamente pras minhas pernas também, foi uma questão de segundos, mas eu percebi.

Pai: Jessy, esse é o Marcelo, ele é filho de um primo meu, o que faz dele seu primo também. Ele irá passar uns quinze dias com a gente, até o apartamento que ele alugou ficar pronto.

Eu encarei aquele homem com desejo, e ele percebeu a minha intenção.

Ele levantou, caminhou até mim, e me deu um beijo no rosto.

Marcelo: Muito prazer Jessy.

— Eu não sabia que eu tinha um primo tão velho.

Meu pai começou a rir sem parar, e minha mãe o acompanhou, enquanto o Marcelo ficou sem graça e tentou demonstrar que não se sentiu ofendido.

Com certeza eu havia acabado de confundir a mente dele, o olhando com desejo e logo em seguida o chamando de velho.

— Vamos tomar café da manhã? Eu estou morrendo de fome.

Meus pais concordaram e foram em direção a cozinha, enquanto eu e o Marcelo fomos atrás deles, trocando olhares sedutores.

Eu não entendia como eu, uma garota de 18 anos que havia perdido a virgindade a menos de 24 horas, estava agindo de uma maneira tão vulgar.

Eu quase não consegui prestar atenção na conversa que estava rolando entre meus pais e ele, tudo o que eu conseguia pensar, era em uma forma de fazer ele me comer, e me fazer gemer igual uma cadela no cio, igual o Pietro disse que faria e não conseguiu cumprir.

Marcelo: Bom, onde devo guardar as minhas coisas?

Mãe: Jessy, o leve até o quarto de hóspedes, por favor.

Parecia uma completa loucura, mas era a oportunidade perfeita pra eu agir.

— É claro! Me acompanhe.

Eu fui caminhando até os fundos da casa, onde ficavam dois quartos de hóspedes, escolhi o último, e abri a porta.

— Entre.

Ele entrou, colocou as malas perto do closet, e eu tranquei a porta, como se não existisse mais nenhum pingo de juízo em mim.

Rapidamente eu tirei o short e a calcinha, e quando ele olhou pra trás, e me viu nessas condições, arregalou os olhos e ficou imóvel.

Eu avancei em direção a ele, o peguei pela gola da camisa e o fiz sentar na cama e rapidamente subi em cima dele como uma completa desesperada.

Marcelo: O que você pensa que está fazendo Jessy? Quer que o seu pai me mate?

Eu abri o zíper da calça dele, e o pau dele já estava completamente duro e vê-lo assim fez eu sentir ainda mais desejo.

Marcelo: Não, nós não vamos fazer isso, você só pode estar maluca.

Ele falou se levantando comigo e tentando me colocar no chão, mas eu envolvi a cintura dele com as minhas pernas, e os nossos olhares se cruzaram, o fazendo perder todo o foco do que ele iria fazer.

— Quero que você me coma, agora.

A respiração dele ficou pesada, e eu passei a língua no pescoço dele, o fazendo dar um pequeno gemido.

Marcelo: Ooow, droga.

Ele voltou a sentar na cama, e quando eu estava indo colocar o pau dele na minha buceta, minha mãe me chamou no corredor.

Mãe: Jessy? Está tudo bem por aí?

Em questão de segundos o Marcelo me tirou de cima dele.

Marcelo: Veste a roupa agora.

Eu ri debochadamente, e me vesti enquanto ele foi pro banheiro com o pau duro feito pedra.

Eu destranquei a porta e saí.

— Eu estava conversando com o velho do Marcelo sobre o trabalho dele. Você está precisando de mim?

Mãe: Sim, você pode ir ao mercado comprar alguns itens para o almoço?

— Claro.

Pai: Chame o Marcelo pra ir junto com você Jessy, você vai precisar de ajuda pra levar as sacolas até o carro.

— Não precisa pai, tem o carrinho de compras.

Pai: Não seja antissocial Jessy, seja gentil com o seu primo.

— Tudo bem, eu vou chamar aquele idoso.

Eu precisava disfarçar e passar a impressão de que o Marcelo não me atraía, mas ir pro mercado com ele era exatamente o que eu precisava pra continuar o que eu havia começado.

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