Já não importava o lugar, nem as pessoas ao meu redor, muito menos a música horrível que estava tocando, aquele cara, com o perfil totalmente contrário do que eu estava acostumada, estava fazendo a minha calcinha ficar úmida, e isso aconteceu pouquíssimas vezes na minha vida.Eu passei a língua pelos meus lábios involuntariamente, então ele deu outro sorriso de canto de boca, como se tivesse gostado do que eu fiz.Pietro: Você pode passar essa língua nos meus lábios em vez de passar nos seus.Eu não sei o que me deu, mas eu fiz exatamente o que ele falou, e passei a língua lentamente pelos lábios dele, como se eu não tivesse nenhum pingo de vergonha na cara.Pietro: Anda, vem comigo.Ele me puxou pelo punho de uma forma desesperada, e eu não tive nem tempo de contestar, entramos em um beco escuro, e no meio do beco tinha uma porta, que foi onde entramos.Ele ligou a luz, e o local ficou todo iluminado, era um galpão, e eu ficaria com ele de boa lá, se não fosse um detalhe...O lugar e
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