Mundo de ficçãoIniciar sessãoO GOSTO DA LIBERDADE
O eco dos meus passos pelo hall do hotel de quinze andares ainda reverbera quando o meu celular, repousado sobre uma mesa de mármore empoeirada, vibra violentamente. O visor mostra um número internacional, uma sequência de dígitos que não reconheço, mas que traz consigo uma aura de presságio. Por um breve segundo, eu hesito. A luz pálida da tarde suburbana entra pelas clarabóias sujas, desenhando sombras longas no chão. Respiro fundo, sinto o cheiro de pó






