Fui até o quarto de Bruno para ver Dayane. A pequena estava dormindo, com as bochechas coradas. Ela ainda não sabia que, no dia seguinte, não precisaria ir à escola, mas sim ao hospital.
Enquanto outras crianças da sua idade iam para a escola ou para o parque de diversões, Dayane precisava frequentar o hospital com frequência, para sentir o cheiro de desinfetante, que ela tanto detestava.
Seria mentira dizer que não doía no coração. Suspirando suavemente, me levantei e, ao me virar, percebi que