Que risível, que absurdo.
Eu fui enganada por Bruno, aquele em quem já confiei tanto no passado.
Naquele escritório da Mansão à beira-mar, Bruno me ajudou pela segunda vez a recuperar o Grupo Oliveira. Na ocasião, ele me perguntou:
— Você não vai revisar antes de assinar?
Eu neguei com a cabeça, certa de que Bruno jamais se rebaixaria a usar meios desonestos contra mim. Sempre acreditei que eu era especial para ele.
Naquela época, nossos encontros eram raros, mas toda vez que nos víamo