A viatura policial seguia a uma velocidade constante, afastando-se cada vez mais da cidade e adentrando uma área desolada.
Meu estado de espírito acompanhava a paisagem, mergulhando em uma sensação de vazio e melancolia.
Na minha mente, ecoava incessantemente uma frase que Gisele havia me dito:
— Ana, você simplesmente não faz ideia do quanto machucou meu irmão.
Os grandes olhos de Gisele já não demonstravam medo. Em vez disso, ela me observava com um olhar cheio de curiosidade, como se q