A expressão de Bruno mudou rapidamente, da surpresa à calma, em questão de segundos. Ele se aproximou, pegou minha pequena mala de couro e me abraçou.
— Você anda como um gato, sem fazer barulho.
Afastei-me dele e olhei em seus olhos.
— Se não fosse assim, não teria o ouvido falando ao celular.
Bruno baixou os olhos, nosso olhar se cruzou, e notei uma leve desilusão em seu olhar.
— Combinamos que quem saísse primeiro tinha que beijar o outro, e você não cumpriu nosso acordo.
Uma onda de irritaçã