Capítulo 297
Maia arregalou os olhos, incrédula.

— Bruno, o que você disse?

— Não costumo repetir o que falo, você ouviu muito bem. — Bruno suspirou, mas suas palavras eram firmes.

Maia levou quase três minutos para processar aquele fato, mas ainda assim não conseguia aceitar.

— Bruno, você está dizendo que me usou e depois me chutou de lado? — Ela começou a rir, um riso meio descontrolado. — Bruno, estou sangrando, sangrando por sua causa, e você não acredita que é para o seu bem? A Ana não ouve nada, você
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Ana Borgesescritora você realmente e bem nojenta misericórdia que mulher podre esta maia
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