Maia arregalou os olhos, incrédula.
— Bruno, o que você disse?
— Não costumo repetir o que falo, você ouviu muito bem. — Bruno suspirou, mas suas palavras eram firmes.
Maia levou quase três minutos para processar aquele fato, mas ainda assim não conseguia aceitar.
— Bruno, você está dizendo que me usou e depois me chutou de lado? — Ela começou a rir, um riso meio descontrolado. — Bruno, estou sangrando, sangrando por sua causa, e você não acredita que é para o seu bem? A Ana não ouve nada, você