Chamei uma enfermeira para Maia e, um tanto confusa, saí do hospital.
O tempo estava agradável, mas meu coração parecia coberto por uma névoa, enevoado, a ponto de eu não conseguir distinguir se estava na realidade ou em um sonho.
O celular tocou, era Pietro.
— Pai...
No momento em que atendi, mal consegui emitir um som antes de ser interrompida pelos gritos dele:
— Ana Oliveira!
A voz forte dele nem parecia de alguém doente.
— Mandei você fazer Bruno te odiar, não mandei você machuc