O desenrolar da situação parecia estar ficando um tanto surreal. Maia achava que eu era responsável por seu ferimento?
Ela me olhava com os olhos vermelhos, e, ao menor movimento enquanto chorava, seu corpo tremia levemente, fazendo o suor frio brotar como se fosse espremido de uma esponja. O que tinha acontecido com ela seria difícil de aceitar para qualquer pessoa.
Eu entendia o que ela estava sentindo, então tentei confortá-la da melhor forma possível:
— Não fui eu... Dá-me um pouco de temp