Um buquê de gardênias descansava tranquilamente no centro do papel de embalagem verde-claro, decorado com um fino papel de rede ao redor.
O cartão não estava assinado, mas trazia uma frase provocativa: "Você não achou que as flores eram para você, né? Entregue para o Juan por mim."
O tom sarcástico não deixava dúvidas de quem era o remetente.
Apesar da súbita entrega de flores por Rui, aquilo ao menos me salvou do dilema complicado em que estava presa há pouco.
Porém, Juan me jogou em um