O som suave do tecido fino sendo rasgado era quase inaudível, mas, para mim, soou estridente.
Meus ombros ficaram expostos, revelando uma vasta área de pele, e só quando a brisa fria começou a tocar meu braço, senti uma dor surda irradiar de lá.
Alguém estava apertando e rasgando minha roupa de propósito quando puxava meus braços.
— Ela até ajuda a amante, não tem vergonha nenhuma! Vamos arrancar as roupas dela e ver se ela sabe o que é ter vergonha! — Uma das garotas gritou.
Por um instante,