“Natália Monterrey”
Eu acordei agarrada ao Mário, como se tivesse medo que ele saísse outra vez e me deixasse novamente sozinha. Apertei um pouco mais os meus braços em torno dele, como se precisasse mantê-lo ali e ouvi sua risadinha.
- Eu não vou a lugar nenhum minha boneca. Não vou mais. – Ele respondeu como se lesse os meus pensamentos.
- Que bom! – Eu respondi. – Acho que dormi demais.
- Não dormiu não, nós passamos a noite praticamente acordados. – Ele me lembrou e cada segundo de sono per