“Sofia Almeida”
Quando eu abri os olhos de manhã eu estava praticamente em cima do cafajeste, ele estava deitado de bruços, com o rosto virado em minha direção e um braço passado sobre mim. Eu estava agarrada a ele com um braço em suas costas e uma perna sobre ele. Nossos rostos estavam quase colados, eu podia vê-lo de perto, bem de perto, enquanto sentia o seu perfume.
O toque em sua pele, o cheiro bom que ele tinha, a visão daquele homem bonito ao meu lado, causava uma enorme confusão em meus