“Antônio Guerreiro”
O Nikos me ligou avisando que a madre do tal convento onde a moça estava escondida tinha dito que poderíamos ir até lá. Então eu me encontrei com ele no heliponto. Eu estava ansioso para colocar fim a esse assunto, porque se nossas suspeitas se confirmassem eu teria um problema bem grande nas mãos. A madre nos recebeu com bastante tranquilidade, era uma mulher com mais de sessenta anos, mas parecia muito vigorosa e boa.
- Madre, como a irmãzinha que eu trouxe está? – O Nikos