“Natália Monterrey”
Já fazia tanto tempo que eu não me interessava por ninguém, mais do que eu poderia imaginar que fosse acontecer. Mas eu estava ali, sentada diante daquele homem bonito, ouvindo música boa, como diria o meu irmão Tomás, e ouvindo a voz do Mário acariciar os meus ouvidos com aquelas histórias de viagens que ele já havia feito pelo mundo.
Ele não era só um homem bonito, ele era culto, inteligente, divertido. E ele era exatamente o tipo de homem do qual eu deveria fugir, lindo e