O carro parou em frente à mansão e o motorista desceu rapidamente para me ajudar com as sacolas. Enquanto subíamos os degraus da entrada, Joana, a empregada, apareceu sorridente e pronta para auxiliar.
— Deixa que eu levo isso para o quarto da senhora — disse ela, pegando algumas das embalagens de minhas mãos.
Acompanhei-a pelo corredor amplo, sentindo o peso do silêncio entre nós. Até que Joana, com um olhar curioso, quebrou o clima:
— A senhora ainda não dorme com o patrão?
Um calor subiu ao