Mundo de ficçãoIniciar sessãoA sala principal de reuniões do conselho de administração cheirava a café expresso caro e a tensão contida.
Sentei-me na minha cadeira habitual, na cabeceira oposta ao ecrã gigante de oitenta polegadas que dominava a parede de vidro. Desapertei o botão do casaco do meu fato cinzento-chumbo, recostando-me com uma apatia estudada.À minha direita, o meu pai, Francisco Villar, tamborilava com os dedos no tampo de mogno maciço. Ele odiava estar naquela posição. O Grupo Magnólia represe






