Mundo de ficçãoIniciar sessãoO carro desportivo do Vasco rasgou a rampa da garagem subterrânea da Villar Studio com um rugido abafado, atirando-nos para a luz pálida da manhã de Lisboa.
O trajeto fez-se num silêncio pesado. O Vasco não me bombardeou com perguntas, o que agradeci mentalmente. Encostei a cabeça ao vidro gelado da janela, a olhar para as ruas da cidade que se desvaneciam numa mancha indistinta. O meu corpo estava dormente, esvaziado de toda a raiva e adrenalina que me tinham mantido de pé na sala de r






