Mundo de ficçãoIniciar sessãoSair dos portões do Solar no carro do Lourenzo foi como emergir para a superfície depois de um mergulho demasiado longo em águas profundas. O ar de Guimarães parecia ter outro sabor, um travo a liberdade que eu já não sentia desde que cruzámos o Douro.
O Lourenzo conduzia com uma descontração que eu ainda não conhecia. Tinha trocado o blazer de alfaiataria por uma malha de caxemira azul-escura e as mangas estavam ligeiramente arregaçadas, revelando os antebraços e o relógio que brilhava






