Minha mão continuava na dele.
Quente.
Firme.
Natural.
Natural demais.
Nathan caminhava ao meu lado como se aquilo não exigisse esforço algum.
Mas eu já tinha aprendido a reparar nos detalhes.
Os dedos dele apertavam os meus um pouquinho mais sempre que alguém se aproximava para conversar.
Não era força.
Era... proteção.
Ou talvez eu estivesse interpretando coisas demais.
Provavelmente isso.
— Nathan!
Outro empresário apareceu sorrindo.
— Boa noite.
Os dois apertaram as mãos.
— E