Cuspi o café que estava tomando e, depois de um acesso de tosse, encarei meu filho, que já havia voltado a atenção tranquilamente para o lanche, como se não tivesse acabado de lançar uma bomba no meio da conversa.
— Filho, você quer que sua mãe e eu lhe demos outro irmão? — perguntei, ainda tentando recuperar o fôlego.
Ele assentiu, como se aquilo fosse óbvio.
— Claro! Assim vocês me deixam ser paleontólogo e o meu irmão pode ficar com isso aqui.
Disse com a maior naturalidade do mundo, como se