Após o banho, preparei uma mala rápida e segui com meu pai. Ele estava visivelmente animado por eu ter aceitado acompanhá-lo. Aquilo me aqueceu por dentro fazia tempo que não tínhamos esse tempo só nosso.
A verdade é que, desde sempre, eu e Heitor puxávamos muito a responsabilidade da empresa da família. Meu pai gostava de reforçar que, com dedicação, podíamos ser ainda mais fortes. Então, quando ele me chama, raramente eu recuso. Era mais do que negócios: era amor, era estar perto dele.
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