Heitor
— Com os meus filhos? — indaga ainda incrédula, porém, posso sentir a esperança fluir nessa simples pergunta. Forço-me a balançar a minha cabeça, fazendo sim para ela porque não consigo usar as palavras agora. Ela leva as mãos ao rosto. Contudo, os mantém fixos nos meus.
— Obrigada, Heitor! — Sua voz soa tão baixa que eu mal posso ouvi-la. E o restinho do meu mundo perfeito e inabalável simplesmente desabou. Não me resta mais nada além da maldita esperança. — Essa foi... a melhor coisa