A confusão na sala começou a diminuir. A Lena soluçava baixinho, enquanto minha tia Helô tentava acalmá-la, oferecendo palavras doces que mal eram ouvidas. O Diogo, derrotado, continuava sentado, com o rosto afundado nas mãos.
Eu fiquei de pé, sem saber direito o que fazer. Olhei para a Laura, que estava ao lado da Lena, firme e silenciosa. Ela me lançou um olhar cheio de tristeza — não de julgamento, mas de pura compaixão pela dor da Lena.
Então a Lena ergueu o rosto, os olhos ainda mareja