A escuridão da sala parecia viva.
Helena abriu os olhos lentamente, tentando se acostumar à pouca luz que entrava por uma pequena janela próxima ao teto.
Sua cabeça ainda doía.
O braço ferido queimava.
Mas nada daquilo se comparava à angústia que sentia por não saber onde Lorenzo estava.
Ela se levantou devagar.
As pernas estavam fracas, mas a determinação permanecia intacta.
Caminhou pelo pequeno cômodo.
Uma cama.
Uma mesa.
Uma porta de metal.
Nada mais.
Aquilo não era apenas uma p