O ar dentro do prédio parecia desaparecer a cada segundo.
Helena ainda sentia o impacto do disparo, a dor pulsando no braço, quente, insistente… mas não paralisante.
Ainda não.
Lorenzo estava à frente dela, tentando manter distância dos homens que se aproximavam.
— Fica atrás de mim! — gritou ele.
— Eu não vou recuar! — respondeu Helena, firme, mesmo com a respiração irregular.
Mas a realidade era clara.
Eles estavam cercados.
Sem saída.
Sem vantagem.
E pior…
Sem plano.
O som dos passos ecoava