O som do corpo de Daniel atingindo o chão ecoou pelo galpão como um golpe direto no peito de Helena.
Por um segundo…
Tudo parou.
— DANIEL!
O grito dela saiu desesperado, rasgando o silêncio carregado de tensão. Seus olhos se prenderam nele, caído, imóvel por um instante que pareceu longo demais.
Mas o mundo não parou.
Os homens continuavam avançando.
As armas ainda estavam apontadas.
O perigo ainda estava ali.
— Não olha! — disse Lorenzo, puxando Helena com a pouca força que ainda tinha.
— Eu n