O galpão ainda estava mergulhado em um silêncio pesado.
Mas não era mais o mesmo silêncio de antes.
Agora…
Era o silêncio depois da luta.
Depois do desespero.
Depois da dor.
Helena ainda estava ao lado de Lorenzo.
As mãos sujas de sangue.
A respiração irregular.
O coração tentando desacelerar… mas sem sucesso.
Ele ainda estava ali.
Mas fraco.
Muito fraco.
— Ele precisa descansar — disse Daniel, observando com atenção.
Helena assentiu.
Mas não se afastou.
Ela não conseguia.
— Ele vai ficar bem…