De volta a mansão, as coisas estavam estranhas para Isadora.
O dia amanheceu com uma névoa leve cobrindo a cidade, como se até o clima hesitasse em revelar o que viria a seguir. Isadora acordou com uma sensação estranha no peito. Não era ansiedade. Era vigilância interna. O tipo de sensação que alguém desenvolve quando sabe que está sendo observado mesmo com as luzes apagadas.
Ela se levantou e seguiu sua rotina. Café preto, nada de açúcar. Cabelo preso em um coque elegante. Maquiagem leve, mas