O vapor subia em espirais no banheiro, o cheiro doce de lavanda envolvia o ar, misturando-se ao calor da água que nos abraçava na banheira. Depois de duas semanas que pareceram uma eternidade eu finalmente tinha Sophia nos meus braços, o corpo dela colado ao meu, a pele macia e quente moldando-se contra mim como se nunca tivéssemos sido separados.
Meus braços a seguravam com firmeza, como se o simples ato de soltá-la pudesse fazer meu mundo desmoronar de novo. Minhas mãos não conseguiam parar,