O sol entrava pelas janelas da mansão, aquecendo o quarto que Sophia e eu compartilhávamos, um lembrete de que pela primeira vez em meses a vida parecia estar do nosso lado. Eu estava sentado na sala enquanto ainda me acostumava à sensação de estar em casa, livre do hospital, dos monitores, do peso constante do medo. A cicatriz no peito, onde o tiro me atingiu ainda puxava um pouco, era um lembrete de tudo o que havíamos passado, assim como o curativo em minha cabeça.
Mas as notícias eram boas,