Ela tinha gozado, gozado como nunca antes. Entre os gemidos, os dedos agarrando meu cabelo, os quadris se movendo por impulso quando minha língua a levou até o ápice. E foi ali, naquele sofá, com o cheiro do desejo ainda pairando no ar, que tive a certeza de que ela ainda era minha. Que, mesmo depois de tudo, ela ainda me queria.
Paz, era isso que eu sentia. Mas foi por poucos instantes.
Me levantei bufando e dando uma última olhada para ela, nua ali sobre o sofá, com as bochechas vermelhas e o